Velho decrépito me arranca as ilusões, bata olhar-te ao longe, e a repulsa e o medo, me assalta o âmago, tenho nojo de você que tantas vezes destruiu a minha vida
Mas você se aproveita da minha ingenuidade, sabes que sou uma cristã inútil e que sempre irei te perdoar
Você realmente não entende, ama como animal e, no entanto nega na frente de todos aqueles hipócritas alienados sua raça bestializada
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